A Sem Sentido

29 de jul. de 2009

 

Bonecos sem cabeças,
Sem almas e ocos.
Vazios e sem peças,
Quebrados e foscos.

Prostitutas mal pagas,
Manipuladas por suas orações.
Maldições e pragas...
Buracos negros em corações!

Marionetes sem donos...
Com uma platéia que descansa em paz
Pesadelos mascarados de sonhos.
Então demônio domina o bom rapaz?

Caixões brancos,
Enterrados vazios!
Lunáticos mancos,
Sangrando rios...

Psicose em almas valentes...
Heróis morrendo de solidão.
Corpos podres na minha frente!
As pessoas mataram a paixão?!

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