Maldito.

30 de set. de 2009

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Abra seus malditos olhos
olhe para o céu dominado pelas trevas
vermes estão devorando sua carniça
Anjos de papel terminam em cinzas
labaredas regam seus sonhos
É paz trazendo sua fúria
A morte é cruel, tão bonita
Assim como sua vida jamais foi

lagrimas secas molham as flores
as flores mortas do seu funeral
o som do deserto vem atrás do medo
é mais um dia, e nenhum sentido
Palavras escondidas por miragens
Lembranças tolas. Uma velha criança

Tentar concertar a destruição?
Destruição que você mesmo construiu
Arquitete as paredes do inferno
Eu serei as as fotos do demônio
afogue-se nas areias da vida
mate as lembranças secas
de seu ultimo adeus para Deus
e termine com o tudo
comece com o maldito fim.

Tempo(s)

8 de set. de 2009

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02h34min da manhã
As primeiras gotas caem-me
Os raios iluminam-me o céu negro
Melodias sem sentido saem-me...
do nada...
Em meio às trevas Sombras
fazem-me fantasmas
Gritos dançam-me pelo silencio
Seriam-me de prazer? Seriam-me de dor?
Apenas duvidas da minha escuridão
Agora são 02h46min
Vento assopra-me forte
Chuva cai-me preguiçosa
As arvores bailam-se belas
Um Caos em torno de mim...
A miopia não me deixa ver
Meus óculos não sabem onde estão
Estou molhado pela água fria
Encantando-me pela vida furiosa
02h58min
É a natureza naturalmente
deu-me um inspiração que nunca tive
fez-me ver como a paz é entediante
e como a fúria é empolgante
03h14min
Vêm-me pensamentos
Vão-me lagrimas
a fúria de seus últimos suspiros
Morre-me devagar no breu
Levando-me consigo sua inspiração...
Prendo-me em um lugar só meu.

Lembranças

7 de set. de 2009

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Somos rabiscos intensos
esboçados na solidão
Imagens da vergonha
Somos a claridade negra
Apagados pela depressão

Fotografias levadas pelo vento...
Lembranças sepultadas no ar
Memórias destruídas pelo medo
O temor de não saber amar

Canções de amor estão me matando
Melodias fúnebres. Lagrimas vivas
Assombra-me quando estou sonhando
As flores imaginárias nascerem
E tão rápido morreram.

Palavras levadas pelo vento...
Somos estranhos querendo se encontrar
O fim, mesmo bom, jamais acaba sem dor
Não há mais sentido do porque amar
E essa foi a virtuosa morte do amor

Eu não gosto das drogas, mas as drogas gostam de mim

3 de set. de 2009

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I Don't Like The Drugs (But The Drugs Like Me)
marilyn manson


Eu não gosto das drogas, mas as drogas gostam de mim
Eu não gosto das drogas, das drogas, das drogas

vida normal, baby
"nós somos brancos e oh tão heteros
e nosso sexo é missionário"
vida normal, baby
"Nos somos desistentes e sóbrios
Nossas confissões serão televisadas"

vc e eu estamos dosados
e prontos pra cair
criados pra sermos estúpidos
Ensinados e sermos nada, nada mesmo

Eu não gosto das drogas, mas as drogas gostam de mim
Eu não gosto das drogas, das drogas, das drogas

Vida normal, baby
"Nosso deus é branco e imperdoável
nós somos testados como merdas e estamos rezando"
Vida normal, baby
"eu sou apenas um exemplo de alma
feito apenas para aparecer com um ser humano"
Vida normal, baby
"nós somos reabilitados das drogas e estamos prontos
para os nossos 15 minutos de vergonha"
Vida normal, querido
"nós somos monstros em um talk show e estamos apontando
assim como os cristãos no suicídio"

você e eu estamos dosados
e prontos pra cair
criados pra sermos estúpidos
Ensinados e sermos nada, nada mesmo

"tem um buraco em nossa alma, que nós enchemos de drogas
e estamos nos sentindo bem"