Insano Amor

30 de ago. de 2009

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Aquele sorriso frio que hipnotiza
Aquele olhar maligno encanador
Aquele doce aroma que enfeitiça
Mais uma mutilada pelo amor?

Enquanto conversávamos com o silencio
Ela chorava do outro lado do abismo
Escrevendo suas loucuras em lenços.
Palavras gritadas antes do suicídio

Temos as mesmas bizarras cruzes,
vivemos no mesmo grande mundo branco,
ficamos surdos ouvindo as mesmas vozes...
Almas diferentes cobertas pelo mesmo manto.

Você, Calígula e Eu brincávamos com a luxuria!
Você, Freud e Eu brindávamos a insanidade!
Você, Deus e Eu brincávamos com a fúria!
Você, Lúcifer e Eu brindávamos a maldade!

A raiva dentro de nós é uma adorável canção
Beije-me e juntos mataremos os fracos e os fortes
Já que estamos abandonados pela cruel solidão,
então ficaremos juntos até a nossa linda morte...

Sem o Sentido do Sentido

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As cores foram mortas e hoje sangram...
um arco-íres em tons de cinza.
Chuva cai em gotas de caos
purificam as mentiras estripadas

Paredes brancas manchadas pelo mofo
são quadros vivos que representam a morte...
são pequenos buracos na felicidade
são grandes vazios em sua alma

Vivo sem o sentido.
Vivo sem a esperança de ontem.
Vivo sem o ódio de hoje.
Vivo sem o amor de amanhã.
Vivo sem você, quem eu nunca tive.

Sou vazio como o seu caixão.
Tão frio quanto seu coração.
...somos fotografias em branco...
Somos bonecos sem almas,
presos em camisas de força.

Flores Imaginarias

14 de ago. de 2009

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Chove novamente no mundo branco.
O silencio toca uma nova canção
Nuvens negras em formato de coração
Pingos de loucura encharcam o chão
flores nascem, flores morrem,
em minha imaginação!

Mas chamas que incendiaram o amor,
deixaram as cinzas de onde brotou uma flor;
Tinha luminosas pétalas que curavam a dor
e um aroma musical de uma canção de amor.
O mundo branco agora tinha cor...

As chamas nunca se apagaram
E mesmo assim o lírio permanece vivo
Destruindo a minha destruição,
destruindo com sua oração.
Apague as chamas infernais
com suas lagrimas angelicais!

Flores imaginarias germinam,
em campos de pesadelos.
Pesadelos, não queria tê-los.
Beijos mortos me levam para o fundo,
mas suas sementes brotam a esperança de viver
Colocarei fogo no mundo...
para que brote flores como você.

Abusos

9 de ago. de 2009

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Vida sem sentido. Um violento pornô
Cemitérios assombrado por lembranças obscenas,
sem sentimento? Vazio de amor!
Cenas irreais de estupros.

Lagrimas vermelhas. Lagrimas masoquistas.
Rastros de sangue pelo mundo casto.
As gotas brancas em sua face me excitam.
Rosas do pecado se abrem sedutoras,
o perfume da perversidade.

Estímulos de suas bizarras perversões
Padrões sexuais de uma imaginação doentia,
sujeiras puras de pessoas pecaminosas.
Gritos indecorosos de anjos no
campos da trindade infernais!

Orgias em poemas de amor
Prazer santificado da luxúria
Santos são atraídos pela a chama
A vida sendo filmada. Um intenso pornô?

Novos Bonecos

7 de ago. de 2009

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Suicidas mortos enterrados na areia.
Drogas serão minhas crenças
Almas obscuras armam suas teias
Drogas serão minhas doenças

Demônios e anjos brincaram comigo
Olharam através de minha alma
Mataram minha dor. Será fim do castigo
O sonho de não ver mais meus fantasmas

Demência sinistra do meu ser
Lagrimas de passado... Lagrimas no futuro
E o presente que talvez não possa ter
Por que não consigo quebrar o muro?

Deus me mostra o que vem
Mataram minha dor. Será fim do castigo
Mas como ser amigo de alguém,
se não sou meu próprio amigo?

Destruindo. Construindo.

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Covarde por escapar da dor?
Corajoso para confessar uma vida de solidão?
Destruído e tentando se concertar?
Querendo voltar para o pó?
Chorando recordação... Lembrando lagrimas
A lua branca nasce em seu espectro!

Exclui! Apaga! Abduzir!
Criando a destruição... Destruindo a criação
Sua vida vivida por outros
Minha vida sendo vivida por ninguém
Adormecendo sem sonhos
Despertado em um pesadelo
Vivendo enjaulado com uma jaula aberta
Mistérios expostos em poemas vazios

Passado já é passado
Pactos desfeito... Almas abandonadas
Frieza vazia
Não vejo sorrisos, não vejo ninguém
Falecimento do mundo perfeito
Lindos livros, sujos de sangue
Os últimos dias da terra e eu nem dei adeus
Fantasma vivo, sem criatividade vive!
Novo livro em paginas em branco...

Paranóia Lúcida

5 de ago. de 2009

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Felina negra
Misteriosa como lua!
Tão falsa quanta sua luz!
Mandada por “ele”
Ardente como o inferno
Mais desumana que o próprio demônio

Tira minha serenidade
Acaba com minha paz
Não estou mentindo quando digo:
“ela é a única que me deixa triste”
Minha vampira!

Bebe de Rosemary
Pintura de Picasso
A psicose de Hitchcock

Psicodélica...
LSD, XTC
Minha ninfetamina
Um feitiço de um musica

Reabilitação infeliz
Não lembro mais de você
Curado desse doce vicio
Agora em minha amarga solidão
Brincando com minha nova paixão

Atos Impensados

2 de ago. de 2009

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Thoughtless

Korn

Folheando as páginas de minhas fantasias
Empurrando toda piedade pra baixo, pra baixo, pra baixo
Eu quero ver você tentar me acertar
Venha! Vou te derrubar no chão, no chão, no chão

Por que você tá tentando tirar sarro de mim?
Você acha engraçado?!
Que porra você acha que tá fazendo comigo?
Você passa todo seu tempo batendo em mim
Eu quero ver você chorando
Com seu rabo imundo na minha frente

Todo meu ódio não pode ser contido
Eu não serei afogado pelos seus atos impensados
Você pode até tentar me espancar
Me jogar no chão
Eu verei você gritando

Folheando as páginas de minhas fantasias
Eu estou em cima, rindo de você, afundar, afundar, afundar
Eu quero matar e te ferrar do jeito que você me ferrou
E eu vou puxar o gatilho e você já era, já era, já era

Por que você tá tentando tirar sarro de mim?
Você acha engraçado?!
Que porra você acha que tá fazendo comigo?
Você passa todo seu tempo batendo em mim
Eu quero ver você chorando

Com seu rabo imundo na minha frente
Todo meu ódio não pode ser contido
Eu não serei afogado pelos seus atos impensados
Você pode até tentar me espancar
Me jogar no chão
Eu verei você gritando

Todos os meus amigos se foram, eles morreram
(Vou te matar!)
Todos eles gritaram, e choraram
(Vou te matar!)

Todo meu ódio não pode ser contido
Eu não serei afogado pelos seus atos impensados
Você pode até tentar me espancar
Me jogar no chão
Eu verei você gritando

Madrugada de Lagrimas

1 de ago. de 2009

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...O grito silencioso
deixa-me surdo
O choro medroso
deixa-me mudo...

Vejo através de sua admirável farsa
Seu rosto é infeliz e desfigurado
A plenitude de uma desgraça
E suas lagrimas caiem quando tudo dá errado

Suas mentiras já são verdades?
...isso aniquila minha alma
Palavras de ingênua maldade!
O fim da minha calma...

Mas ainda não acredito!
Seria sua delicada vingança?
Ou oculta seu temor maldito?
...pois acredite ainda tenho a esperança

Apague sua chama gelada
Acabe com sua tristeza
Sua falsa impureza
E salve-se, você esta afogada!

Esse é seu amor poético?
Além disso, hipnotizada...
Viva apenas no seu mundo sintético!
Você está morta, está enterrada!