sujos com o pó e a ferrugem.
Vivem de seu sangue sintético.
Vivem sem sentir a vida!
Novos manequins da depressão...
Éramos quase perfeitos.
A não ser pela perfeição...
Nenhum volt pode puncionar
os seus corações automáticos.
Sentimentos mortos programados
O sentido para eles tem sentido
São números apagados pelo tempo
Códigos revelam fantasmas
Ecos catam suas tristezas:
“mortos dificilmente morrem”
Anjos de prata... Demônios de ouro
Todas malditas ilusões digitais
Somos malditos animais mecânicos
Caçados por balas imaginarias e
destruídos por nossas próprias engrenagens
Armas que se autodestroem
Até as maquinas sabem
que todos estão mortos...
Vivem de seu sangue sintético.
Vivem sem sentir a vida!
Novos manequins da depressão...
Éramos quase perfeitos.
A não ser pela perfeição...
Nenhum volt pode puncionar
os seus corações automáticos.
Sentimentos mortos programados
O sentido para eles tem sentido
São números apagados pelo tempo
Códigos revelam fantasmas
Ecos catam suas tristezas:
“mortos dificilmente morrem”
Anjos de prata... Demônios de ouro
Todas malditas ilusões digitais
Somos malditos animais mecânicos
Caçados por balas imaginarias e
destruídos por nossas próprias engrenagens
Armas que se autodestroem
Até as maquinas sabem
que todos estão mortos...





