As cores foram mortas e hoje sangram...
um arco-íres em tons de cinza.
Chuva cai em gotas de caos
purificam as mentiras estripadas
Paredes brancas manchadas pelo mofo
são quadros vivos que representam a morte...
são pequenos buracos na felicidade
são grandes vazios em sua alma
Vivo sem o sentido.
Vivo sem a esperança de ontem.
Vivo sem o ódio de hoje.
Vivo sem o amor de amanhã.
Vivo sem você, quem eu nunca tive.
Sou vazio como o seu caixão.
Tão frio quanto seu coração.
...somos fotografias em branco...
Somos bonecos sem almas,
presos em camisas de força.
30 de ago. de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 comentários:
Postar um comentário