Chove novamente no mundo branco.
O silencio toca uma nova canção
Nuvens negras em formato de coração
Pingos de loucura encharcam o chão
flores nascem, flores morrem,
em minha imaginação!
Mas chamas que incendiaram o amor,
deixaram as cinzas de onde brotou uma flor;
Tinha luminosas pétalas que curavam a dor
e um aroma musical de uma canção de amor.
O mundo branco agora tinha cor...
As chamas nunca se apagaram
E mesmo assim o lírio permanece vivo
Destruindo a minha destruição,
destruindo com sua oração.
Apague as chamas infernais
com suas lagrimas angelicais!
Flores imaginarias germinam,
em campos de pesadelos.
Pesadelos, não queria tê-los.
Beijos mortos me levam para o fundo,
mas suas sementes brotam a esperança de viver
Colocarei fogo no mundo...
para que brote flores como você.
O silencio toca uma nova canção
Nuvens negras em formato de coração
Pingos de loucura encharcam o chão
flores nascem, flores morrem,
em minha imaginação!
Mas chamas que incendiaram o amor,
deixaram as cinzas de onde brotou uma flor;
Tinha luminosas pétalas que curavam a dor
e um aroma musical de uma canção de amor.
O mundo branco agora tinha cor...
As chamas nunca se apagaram
E mesmo assim o lírio permanece vivo
Destruindo a minha destruição,
destruindo com sua oração.
Apague as chamas infernais
com suas lagrimas angelicais!
Flores imaginarias germinam,
em campos de pesadelos.
Pesadelos, não queria tê-los.
Beijos mortos me levam para o fundo,
mas suas sementes brotam a esperança de viver
Colocarei fogo no mundo...
para que brote flores como você.

0 comentários:
Postar um comentário