Maldito.

30 de set. de 2009

 


Abra seus malditos olhos
olhe para o céu dominado pelas trevas
vermes estão devorando sua carniça
Anjos de papel terminam em cinzas
labaredas regam seus sonhos
É paz trazendo sua fúria
A morte é cruel, tão bonita
Assim como sua vida jamais foi

lagrimas secas molham as flores
as flores mortas do seu funeral
o som do deserto vem atrás do medo
é mais um dia, e nenhum sentido
Palavras escondidas por miragens
Lembranças tolas. Uma velha criança

Tentar concertar a destruição?
Destruição que você mesmo construiu
Arquitete as paredes do inferno
Eu serei as as fotos do demônio
afogue-se nas areias da vida
mate as lembranças secas
de seu ultimo adeus para Deus
e termine com o tudo
comece com o maldito fim.

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