Somos rabiscos intensos
esboçados na solidão
Imagens da vergonha
Somos a claridade negra
Apagados pela depressão
Fotografias levadas pelo vento...
Lembranças sepultadas no ar
Memórias destruídas pelo medo
O temor de não saber amar
Canções de amor estão me matando
Melodias fúnebres. Lagrimas vivas
Assombra-me quando estou sonhando
As flores imaginárias nascerem
E tão rápido morreram.
Palavras levadas pelo vento...
Somos estranhos querendo se encontrar
O fim, mesmo bom, jamais acaba sem dor
Não há mais sentido do porque amar
E essa foi a virtuosa morte do amor
7 de set. de 2009
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